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Esse filme é, como se diz aqui em Salvador, meio "das antigas". Totalmente underground, pouco conhecido até do público admirador dos trabalhos de Tarantino. Como eu sou "stalker" de alguns diretores acabo vendo tudo deles, mesmo que ache ruim depois.


E a dica de  filminho tarda mas quando chega, chega chegando!!


Poster do filme Flor do Deserto


E faz é tempo que não recomendo um filminho, ein? Hoje vou de desenho francês, macabro, fofo e divertido: Le Magasins des Suicides!

Olá!

Faz tempo que não dou uma boa dica de filme né? Mas vamos lá!

Looper é um filme que normalmente eu não me interessaria...sei lá, acabei aprendendo a valorizar filmes com um apelo mais artístico, que prezem por uma boa direção de arte e que tenha um roteiro bem diferente e original. Ou então que seja daqueles diretores clássicos que possuem uma identidade "cinemística" muito forte ( e eu gosto de consistência), como Woody Allen, o Wes Anderson e o Jean Pierre Jeunet. Mas até que para um filme hollywoodiano bem mais do mesmo esse Looper me surpreendeu muito positivamente  Os atores fazem muito valer a pena (Bruce Willis, Joseph Gordon-Levit e Emily Blunt) e também tem algumas cenas que são de parar o coração. Achei um filme muito bacana!


Olá!

Mais uma dica de filme interessante. Moonrise Kingdom é um filme lúdico, bastante lúdico. Bem daquele jeito que eu gosto, roteiro diferente, direção de arte primosa com uma estética BEM anos 60, atuações inusitadas de pessoas que não estamos acostumadas a ver em papéis dessa natureza. Pelo menos eu ainda não consegui me acostumar a ver a cara do Bruce Willis em papéis divertidos ou muito sensíveis. Ainda paira na minha cabeça a eterna imagem do "Duro de Matar", hehehhe. 






Sinopse:

Anos 60, em uma pequena ilha localizada na costa da Nova Inglaterra. Sam (Jared Gilman) e Suzy (Kara Hayward) sentem-se deslocados em meio às pessoas com que convivem. Após se conhecerem em uma peça teatral na qual Suzy atuava, eles passam a trocar cartas regularmente. Um dia, resolvem deixar tudo para trás e fugir juntos. O que não esperavam era que os pais de Suzy (Bill Murray e Frances McDormand), o capitão Sharp (Bruce Willis) e o escoteiro-chefe Ward (Edward Norton) fizessem todo o possível para reencontrá-los.
Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-187864/

Beijos!
Oi!

Faz tempo que não sugiro filmes né? Esse que vou sugerir agora é um fofura de filme. Para quem acha que o Martin Scorcese só faz filmes pesados e de gângster ( Cabo do Medo, Gangues de Nova Yorque, Os Infiltrados, A Ilha do Medo) esse é um dos tipo "encantador". História bem lúdica, com uma produção visual primorosa, atores sensacionais. Finalmente eu vi o tal do Sacha Cohen fazer um papel que não fossem aquelas coisas nojentas que ele fez em Borat e em Bruno. 




Sinopse:

Paris, anos 30. Hugo Cabret (Asa Butterfield) é um órfão que vive escondido nas paredes da estação de trem. Ele guarda consigo um robô quebrado, deixado por seu pai (Jude Law). Um dia, ao fugir do inspetor (Sacha Baron Cohen), ele conhece Isabelle (Chloe Moretz), uma jovem com quem faz amizade. Logo Hugo descobre que ela tem uma chave com o fecho em forma de coração, exatamente do mesmo tamanho da fechadura existente no robô. O robô volta então a funcionar, levando a dupla a tentar resolver um mistério mágico.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-136181/

Beijos!
Olá!

Como eu sou uma adulta com alma de crianças, lá vai mais uma animação que eu amo para indicar. Mary e Max é um "drama/humor" que relata a história de amizade entre uma menininha e um homem que se comunicam apenas por correspondência por mais de 20 anos. Entre idas e vindas, a história pessoal de cada um vai sendo revelada, e também a maneira como eles conseguem contar um com o outro para superar as adversidades. O desenho é feito com a técnica do stop-motion, com bonequinhos de barro ou de massa (claymotion), coisa linda de se ver. 





Sinopse: Mary Daisy Dinkle (Toni Collette) é uma menina solitária de oito anos, que vive em Melbourne, na Austrália.  Max Jerry Horovitz (Philip Seymour Hoffman) tem 44 anos e vive em Nova York. Obeso e também solitário, ele tem Síndrome de Asperger. Mesmo com tamanha distância e a diferença de idade existente entre eles, Mary e Max desenvolvem uma forte amizade, que transcorre de acordo com os altos e baixos da vida.


Uma confissão: 

Tenho preconceito com best sellers! Li Dan Brown (O Código da Vinci, Anjos e Demônios) e não achei nada demais, tentei ler Paulo Coelho e não consegui, e então percebi que o que agrada a maioria não faz a minha cabeça. Geralmente é um texto fácil com elementos que clichês, que definitivamente não me prende. Também não li o livro que inspirou o filme que vou indicar: O Caçador de Pipas. Mas gostei do filme. Achei singelo, sincero, e ao mesmo tempo forte e marcante. Trata que questões difíceis, mas foi construído de uma maneira sensível, que me tocou muito. Espero que gostem:





Sinopse: Kabul. Amir (Zekeria Ebrahimi) e Hassan (Ahmad Khan Mahmidzada) são dois amigos, que se divertem em um torneio de pipas. Após a vitória neste dia um ato de traição de um menino marcará para sempre a vida de ambos. Amir passa a viver nos Estados Unidos, retornando ao Afeganistão apenas após 20 anos. É quando ele enfrenta a mão de ferro do governo talibã para tentar consertar o ocorrido em seu passado.

Beijos!

Está aí um filme desconcertante...você não sabe exatamente qual é o objetivo dele. Comecei vendo às cegas, sem ter lido sinopse nenhuma, e sui surpreendida pelo conteúdo altamente erótico e pouco convencional (kkkkk). Parece que para os espanhóis a comida, o sexo e o forte temperamento são  características  essenciais para se viver a vida...pelo menos é o que parece nos filmes, hehehhe. Mas enfim, se preparem para pensar bastante sobre as relações humanas depois de ver esse filme. É no mínimo inusitado!

Não sei quanto a vocês, mas eu, desde pequena, assistia uns filmes que me faziam chorar e ficam bemmm sentimental, sendo que eu não entendia muito bem porque. Um desses filmes é esse aqui:



A Cor Púrpura. Drama maravilhoso que conta a história de como as mulheres, especialmente as negras, enfrentavam o racismo, a violência e o machismo no início do anos 1900. Para você que só conhece o Spilberg em seus filmes altamente comerciais e tecnológicos, vai se surpreender com esse filme. Fora que ver a estréia de Woopi Goldberg e Oprah Winfrey no cinema não tem preço! Garanto que você não sairá a mesma pessoa depois de ver esse filme.



Essa cena pra mim é antológica:


Sinopse:

Georgia, 1909. Em uma pequena cidade Celie (Whoopi Goldberg), uma jovem com apenas 14 anos que foi violentada pelo pai, se torna mãe de duas crianças. Além de perder a capacidade de procriar, Celie imediatamente é separada dos filhos e da única pessoa no mundo que a ama, sua irmã, e é doada a "Mister" (Danny Glover), que a trata simultaneamente como escrava e companheira. Grande parte da brutalidade de Mister provêm por alimentar uma forte paixão por Shug Avery (Margaret Avery), uma sensual cantora de blues. Celie fica muito solitária e compartilha sua tristeza em cartas (a única forma de manter a sanidade em um mundo onde poucos a ouvem), primeiramente com Deus e depois com a irmã Nettie (Akosua Busia), missionária na África. Mas quando Shug, aliada à forte Sofia (Oprah Winfrey), esposa de Harpo (Willard E. Pugh), filho de Mister, entram na sua vida, Celie revela seu espírito brilhante, ganhando consciência do seu valor e das possibilidades que o mundo lhe oferece.


Beijos!



É gente, não tem jeito...

Eu cresci, pago contas, ganho cabelos brancos e rugas, mas a minha paixão por desenhos animados nunca passa. É igual a minha paixão por Danoninho e biscoito Passatempo: eterna! Hahahahahah!




Essa indicação está saindo agora do forno bem quentinha! Cheguei no cinema agora a pouco e estou APAIXONADA por esse lançamento da franquia 007. O Daniel Craig para mim é o melhor 007 de todos porque vai além dos Martinis, cabelos engomadinhos e "facilidades" encontradas em armas mirabolantes, partindo para o mano a mano direto com a bandidagem (sou selvagem hahahahah!). Esse ainda tem a música tem a de Adele (belíssima) e também a produção mais caprichada que eu vi até agora. Além disso temos o ~pausa dramática~ JAVIER BARDEN fazendo mais uma vez um papel de psicopata como ninguém. Enfim, ainda estou sob os efeitos do filme (SUPER empolgada). A estréia foi hoje então dá tempo para todo mundo aproveitar. "CORRÃO"!!!!




Eu adoro filmes que misturam fantasia com realidade. Ainda mais quando são baseados em alguma mitologia bacana, e nesse caso é a mitologia irlandesa. Confesso que não curto muito o Colin Farrell mas nesse filme ele me surpreendeu. A fotografia é linda, os cenáriso irlandeses parecem saídos de contos de mágica. E ainda por ima tem música do Sigur Rós. História diferente, densa mas ao mesmo tempo muito sensível.




Sinopse:

Ondine é um conto de fadas moderno que narra a história de Syracuse (Colin Farrell), um pescador cuja vida se transforma quando ele encontra uma mulher linda e misteriosa (Alicja Bachleda) em sua rede de pesca. Sua filha Annie (Alison Barry) passa a acreditar que a mulher é uma criatura mágica, enquanto Syracuse apaixona-se desesperadamente por ela. No entanto, como todos os contos de fadas, a magia e a escuridão caminham lado a lado.Escrito e dirigido pelo premiado Neil Jordan (Valente) e fotografado pelo aclamado Christopher Doyle (Paris, Te Amo) nas belas costas irlandesas, Ondine é uma história de amor e esperança.

Bjs!

Hello!

O filme da vez foca no romance entre a ativista birmanesa Aung San Suu Ky e o seu marido, um acadêmico inglês. A história dessa mulher é uma lição de superação e persistência. É um filme denso e muito sensível, dirigido pela cineasta francês Luc Besson. Infelizmente não consegui o trailer dele legendado em português.   :(






Sinopse:

Filha de um herói da independência da Birmânia, Aung San Suu Kyi (Michelle Yeoh) foi morar no exterior ainda jovem. Na Inglaterra se casou com Michael Aris (David Thewlis) e teve dois filhos, Kim (Jonathan Raggett) e Alex (Jonathan Woodhouse), mantendo contato com o país através de livros publicados e o acompanhamento das notícias locais. Ao saber que sua mãe está internada em um hospital, Aung decide voltar à Birmânia para revê-la. Logo ao chegar ela é procurada por vários líderes locais, que desejam que ela coopere com o movimento pela implementação da democracia no país. Aung aceita o convite e, pouco a pouco, torna-se um ícone do movimento. A situação não agrada a ditadura militar local, que passa a acompanhar todos os seus passos e tenta impedi-la de promover manifestações. Até que, na esperança de fazer com que o povo se esqueça de Aung, o governo ordena que ela permaneça em prisão domiciliar por 15 anos.

Beijos!
Mais uma pérola do diretor Woody Allen! Até hoje acho que esse é o filme dele que eu mais gosto, e nem é dos mais famosos. Um corôa beeemm neurótico, neurastênico e hipocondríaco estrela essa deliciosa comédia (na verdade parece ser a própria personalidade do diretor). O malucão aí acha que só ele compreende o mundo, que somente ele enxerga a verdade mas ao longo do filme coisas improváveis acontecem, e ele acaba aprendendo um bocado. Aproveitem!  :)


Sinopse:

Boris Yellnikoff (Larry David) é um velho rabugento que tem o hábito de insultar seus alunos de xadrez. Ex-professor da Universidade de Columbia, ele considera ser o único capaz de compreender a insignificância das aspirações humanas e o caos do universo. Um dia, prestes a entrar em seu apartamento, Boris é abordado por Melodie St. Ann Celestine (Evan Rachel Wood), que lhe implora para entrar. Ele atende ao pedido, a contragosto. Percebendo sua fragilidade, Boris permite que ela fique no apartamento por alguns dias. Ela se instala e, com o passar do tempo, não aparenta ter planos de deixar o local. Até que um dia lhe diz que está interessada nele.
Custou para eu conseguir enxergar a Audrey Tautou sem ser como Amelie Poulain, kkkk, mas com esse filme finalmente consegui. Gente, um dos melhores do ano, na minha humilde opinião. Sensível, meigo, fofo, delicado e muito comovente. Não sei se é porque eu sou uma boba crônica, romântica inveterada e sem cura, mas eu não consigo entender a vida se não for assim. O resto é com vocês.  Beijos!


Sinopse:

Nathalie (Audrey Tautou) é jovem, bonita, tem um casamento perfeito e leva uma vida tranquila, com tudo no lugar. Contudo, quando seu marido vem a falecer após uma acidente, seu mundo vira de cabeça para baixo. Para superar os momentos tristes, ela decide focar no trabalho e deixa de lado seus sentimentos. Até o dia em que ela, sem mais nem menos, tasca um beijo em Markus (François Damiens), seu colega de trabalho e os dois acabam embarcando numa jornada emocional não programada, revelando uma série de questões até então despercebida por ambos, o que os leva a fugir para redescobrir o prazer de viver e entender melhor esse amor récem-descoberto.
Cuidado, indicação de fofura extrema! Sou fã de animações desde sempre, apenas não era muito fã das animações japonesas em geral (prontofalei). Até conhecer os filmes do estúdio japonês Ghibli!!! Vi primeiro a Viagem de Chihiro e fiquei encantada com o roteiro e a maneira dedicada e primorosa com que todos os filmes deles são feitos. O cabeça do Studio Ghibli chama-se Hayao Miyazaki, e ele inclusive dirigiu o filminho que vou indicar abaixo:





Sinopse:

Sosuke (Hiroki Doi) é um garoto de cinco anos que mora em um penhasco, com vista para o Mar Interior. Um dia, ao brincar na praia, encontra Ponyo (Yuria Nara), uma peixinho dourado cuja cabeça está presa em um pote de geleia. Ele salva a peixinho e a coloca em um balde verde. Trata-se de amor à primeira vista, já que Sosuke promete que irá cuidar dela. Só que Fujimoto (Jôji Tokoro), que um dia foi humano e hoje é feiticeiro no fundo do mar, exige que Ponyo retorne às profundezas do oceano. Para ficar ao lado de Sosuke, Ponyo toma a decisão de tornar-se humana.


Olhando assim a história pode parecer meio louca (hahahahha), mas garanto que quem assistir vai se encantar com esse e outros filmes do Studio Ghibli!

Enjoy!  :)




Um dos meus maiores vícios é o de assistir filmes em casa, na cama, em dias preguiçosos. Toda sexta-feira indicarei algum filminho bacana pra vocês assistirem no final de semana. O de hoje é um filme francês, de direção do badalado Jean Pierre Jeunet (O fabuloso destino de Amélie Poulain, Um longo domingo de noivado). Micmacs tem uma história muito interessante e ainda preserva bem as características do diretor, como o cuidado extremo com a  direção de arte e a trilha sonora. Quem está acostumado a ver os filmes de Jean Pierre poderá perceber que alguns dos atores cativos dele estão nessa película, reforçando mais ainda a identidade do diretor. Uma delícia tragicômica!

Espero que gostem!